Quando fazemos história é uma série baseada em fatos reais que está passando no Canal Sony. Esta semana passará o quarto episódio. Esta série trata-se de um documentário sobre a luta dos LGBTs desde a década 70, nos EUA.
Pelo que soube, esta série será dividida em 8 episódios e trata da luta dos LGBTs pelo Movimento dos Direitos Civis. A história toda é emocionante e ilustra a luta que ainda não acabou.
Campo Geral, de Guimarães Rosa, é a inspiração para Sandra Kogut desenvolver o drama sobre a vida familiar do menino Thiago no interior do Brasil. Ali, é obrigado a confrontar uma infância dura diante de uma família que briga intensamente, apenas para ir perdendo, pouco a pouco, a inocência. Um dos mais belos filmes nacionais da última década, tem a direção segura e suava de Kogut, que retrata como poucos a poesia e a aspereza da vida do Brasil profundo.
Esta pergunta foi feita num concurso patrocinado pelo Banco Mundial e eu me vi imaginando como eu teria feito a interpretação deste questionamento. Depois de alguns minutos refletindo, acredito que a imagem abaixo representa bem o meu pensamento:
É como se a mulher desvencilhasse de tudo que a segurasse e que a impedisse de seguir em frente. É ela quebrando as rupturas, dando um grito de liberdade, tomando posse de sua vida, se empoderando.
Hannah Arendt, filósofa judia, cria o termo "banalidade do mal" onde defende que, em resultado da massificação da sociedade, se criou uma multidão incapaz de fazer julgamentos morais, razão porque aceitam e cumprem ordens sem questionar.
Teorias para entender o pensamento de Arendt:
1- Engrenagem: as pessoas são parte de um processo, então qualquer um pode exercer a função do outro, por pior que seja;
2- Culpa coletiva: quando todos são culpados, ninguém será julgado;
3- Consciência: há pessoas que não conseguem dialogar com elas mesmas. Neste momento, existe uma incapacidade de reflexão dos seus próprios atos.
A pergunta que fica é: porque os seres humanos têm tanto apreço pela violência? Porque nos envolvemos com ações impensadas de maldade?
Estas perguntas ficam para serem refletidas por cada um de nós. E não só repensada e refletida, mas tendo a resposta, tentar reverter este mal em bem. Mas como? Através das nossas ações. São as nossas ações que refletem quem realmente somos. "Não permita que o que é corriqueiro se torne banal". Reaja.
l. Hannah Arendt chegara à conclusão de que o mal se torna banal quando as condições de pensamento se esvaziam. Como você pretende lidar com seus pensamentos? Eles serão manipulados por uma massa ou você consegue delinear o seu pensamento e a sua ação?