Sei que quase não tenho escrito por aqui, meus dias andam corridos e estou finalizando a minha dissertação de mestrado. O tema é claro que envolve violência, só que no ambiente escolar. Não é uma violência escancarada, ela é bem sutil. Ela existe, todos os jovens em algum momento já sofreram ou praticaram e infelizmente a maioria não tem o conhecimento do que estão passando e/ou sofrendo.
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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018
quinta-feira, 30 de novembro de 2017
Um dia...
Vai existir um dia
que as pessoas encontrarão a paz
e se sentirão tão confortáveis
que não retornarão ao caos.
Neste dia, tudo que foi dor
se transformará em perdão e amor.
terça-feira, 28 de novembro de 2017
Sobre o dia 25/11
Dia 25/11 foi o Dia Internacional de Luta Contra a Violência à Mulher. É importante que tenhamos em mente o retrato real desta situação.
Não podemos permitir que este número cresça. Se você já foi vítima de violência, torturas, estupro ou ataques, não se cale. Denuncie! Ligue 180.
segunda-feira, 7 de agosto de 2017
Vale a pena falar sobre violência?
Quando comecei a escrever este blog, estava fazendo mestrado e lia muito sobre temas voltados à violência. Consequentemente, passei a ter uma nova visão sobre este assunto. Ao mesmo tempo, percebi que as pessoas que estavam ao meu redor sofriam violência todo o tempo. Uns percebiam, outros não. Uns queriam sair desta situação, outros não. Todo tipo de violência foi relatada para mim em algum momento e muitas delas pude narrar aqui.
Com o tempo, percebi que era algo constante e inevitável. Eu chegava à um local e até mesmo sem conhecer as pessoas, alguém se aproximava e contava a sua história narrando uma violência sofrida. Comecei a me questionar se por escrever sobre violência eu estava atraindo estas pessoas e não sei ao certo dizer a conclusão que cheguei. Uma parte de mim diz que sim, outra diz que não.
Parece que é algo do tipo: quando você saí com uma blusa amarela, você vê várias pessoas com vestes amarelas. A mesma coisa acontece quando você trata de debater sobre um tema, talvez fica mais perceptível os fatos quando você dá mais atenção a eles.
Neste período que escrevi neste blog, sofri, chorei e me emocionei com muitos relatos. Não tem como ser indiferente a eles, muito menos às pessoas que sofreram estas violências. Penso em quantas pessoas perderam a vida sofrendo qualquer tipo de violência, penso nas que sobreviveram, penso nas que diariamente sofrem violência e nas que ainda sofrerão. Pensar nestas pessoas dilacera meu coração. Realmente é um ato que marca para sempre a vida de quem passou por isso. Sinceramente, sinto muito por tudo que estas pessoas passaram e eu gostaria muito de que tudo fosse superado e que cada um da sua maneira, pudesse seguir em frente.
A violência, infelizmente, está aí. Ela se faz presente na vida de cada um de diferentes formas e eu não sei se continuar falando sobre isso, aqui no blog, ajudaria alguém. Então, realmente acredito que está na hora de colocar um fim ao que escrevo aqui.
Agradeço a todos que me apoiaram, agradeço as amizades virtuais que fiz neste período, agradeço a todos que confiaram em mim narrando sobre suas vidas, agradeço a todos que de alguma forma lutaram e ainda lutam por esta causa.
Afinal, a violência não tem que ser banalizada. Ela precisa ser derrancada de nosso meio. Se cada um fizer sua parte quem sabe não veremos uma transformação na vida dos que nos cercam? Acreditar, lutar, confiar, apoiar, denunciar pode ser um início, não é verdade?
segunda-feira, 17 de julho de 2017
Quando fazemos história
Quando fazemos história é uma série baseada em fatos reais que está passando no Canal Sony. Esta semana passará o quarto episódio. Esta série trata-se de um documentário sobre a luta dos LGBTs desde a década 70, nos EUA.
Pelo que soube, esta série será dividida em 8 episódios e trata da luta dos LGBTs pelo Movimento dos Direitos Civis. A história toda é emocionante e ilustra a luta que ainda não acabou.
sábado, 15 de julho de 2017
Mutum - o filme
Campo Geral, de Guimarães Rosa, é a inspiração para Sandra Kogut desenvolver o drama sobre a vida familiar do menino Thiago no interior do Brasil. Ali, é obrigado a confrontar uma infância dura diante de uma família que briga intensamente, apenas para ir perdendo, pouco a pouco, a inocência. Um dos mais belos filmes nacionais da última década, tem a direção segura e suava de Kogut, que retrata como poucos a poesia e a aspereza da vida do Brasil profundo.
quinta-feira, 13 de julho de 2017
Parece que não acaba
A minha pergunta é: o que poderíamos fazer para tentar minimizar esta situação? Se souberem, informem.
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