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segunda-feira, 17 de julho de 2017

Quando fazemos história

Quando fazemos história é uma série baseada em fatos reais que está passando no Canal Sony. Esta semana passará o quarto episódio. Esta série trata-se de um documentário sobre a luta dos LGBTs desde a década 70, nos EUA. 
Pelo que soube, esta série será dividida em 8 episódios e trata da luta dos LGBTs pelo Movimento dos Direitos Civis. A história toda é emocionante e ilustra a luta que ainda não acabou.
Resultado de imagem para série quando fazemos história #amequemquiseramar#

sábado, 15 de julho de 2017

Mutum - o filme



Campo Geral, de Guimarães Rosa, é a inspiração para Sandra Kogut desenvolver o drama sobre a vida familiar do menino Thiago no interior do Brasil. Ali, é obrigado a confrontar uma infância dura diante de uma família que briga intensamente, apenas para ir perdendo, pouco a pouco, a inocência. Um dos mais belos filmes nacionais da última década, tem a direção segura e suava de Kogut, que retrata como poucos a poesia e a aspereza da vida do Brasil profundo.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Parece que não acaba

Resultado de imagem para violencia frases A violência continua e com tanta crise tende, infelizmente, a piorar. Uma coisa é certa: "as pessoas se tornam violentas quando se tornam impotentes." 
A minha pergunta é: o que poderíamos fazer para tentar minimizar esta situação? Se souberem, informem.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

sábado, 24 de junho de 2017

Como traduzir o poder feminino?

Esta pergunta foi feita num concurso patrocinado pelo Banco Mundial e eu me vi imaginando como eu teria feito a interpretação deste questionamento. Depois de alguns minutos refletindo, acredito que a imagem abaixo representa bem o meu pensamento:

Resultado de imagem para corrente quebrando É como se a mulher desvencilhasse de tudo que a segurasse e que a impedisse de seguir em frente. É ela quebrando as rupturas, dando um grito de liberdade, tomando posse de sua vida, se empoderando. 

E você já parou para pensar sobre isso?

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Banalidade do Mal segundo Hannah Arendt

Hannah Arendt, filósofa judia, cria o termo "banalidade do mal" onde defende que, em resultado da massificação da sociedade, se criou uma multidão incapaz de fazer julgamentos morais, razão porque aceitam e cumprem ordens sem questionar.




Teorias para entender o pensamento de Arendt:

1- Engrenagem: as pessoas são parte de um processo, então qualquer um pode exercer a função do outro, por pior que seja;
2- Culpa coletiva: quando todos são culpados, ninguém será julgado;
3- Consciência: há pessoas que não conseguem dialogar com elas mesmas. Neste momento, existe uma incapacidade de reflexão dos seus próprios atos.

A pergunta que fica é: porque os seres humanos têm tanto apreço pela violência? Porque nos envolvemos com ações impensadas de maldade?
Estas perguntas ficam para serem refletidas por cada um de nós. E não só repensada e refletida, mas tendo a resposta, tentar reverter este mal em bem. Mas como? Através  das nossas ações. São as nossas ações que refletem quem realmente somos. "Não permita que o que é corriqueiro se torne banal". Reaja.


l. Resultado de imagem para o que é banalidade do mal  Hannah Arendt chegara à conclusão de que o mal se torna banal quando as condições de pensamento se esvaziam. Como você pretende lidar com seus pensamentos? Eles serão manipulados por uma massa ou você consegue delinear o seu pensamento e a sua ação? 

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Sobre hoje

Resultado de imagem para que o amor prevaleça Reciprocidade: é isso que faz as coisas darem certo. Que o amor e o respeito prevaleça sempre na vida de todos nós.